Mesmo após a eliminação precoce da Seleção Brasileira na Copa do Mundo, Carlo Ancelotti terá um aumento de 20% no salário para seguir no comando da equipe. O novo contrato com a CBF prevê vencimentos de R$ 6 milhões por mês, contra os R$ 5 milhões que recebia anteriormente.
Com o reajuste, Ancelotti passará a receber R$ 72 milhões por temporada. Até o fim do vínculo, válido até a Copa do Mundo de 2030, o treinador deverá acumular cerca de R$ 288 milhões em salários.
Mesmo antes do aumento, o italiano já era o técnico mais bem pago entre todas as seleções que disputaram a Copa do Mundo.
O contrato também mantém um bônus de R$ 30 milhões caso o Brasil conquiste o título do próximo Mundial. Como a Seleção foi eliminada ainda nas oitavas de final desta edição, a premiação não será paga.
A rescisão contratual também prevê multa. Caso a CBF decida demitir Ancelotti, terá de arcar com uma indenização cujo valor não foi divulgado. Já se o treinador optar por deixar o cargo antes do fim do contrato, precisará pagar o equivalente a um mês de salário.
Entre os técnicos mais bem remunerados do futebol mundial, Ancelotti segue à frente de nomes como Thomas Tuchel, da Inglaterra, Mauricio Pochettino, dos Estados Unidos, e Julian Nagelsmann, da Alemanha.
