Alta Floresta - Segunda-Feira, 06 Abr 2026

Dono do Ditado Popular estima prejuízo de R$ 2,5 milhões e lamenta: "Mais de 50 famílias serão afetadas"

O estabelecimento, localizado na Avenida Governador Júlio Campos, na região central da cidade, ficou severamente danificado pelas chamas

THIAGO NOVAES DO REPÓRTERMT

De acordo com os bombeiros, o estabelecimento possuía Alvará de Segurança Contra Incêndio e Pânico vigente. Reprodução

O empresário Elson Ramos, proprietário do restaurante Ditado Popular, se pronunciou nas redes sociais sobre o incêndio que atingiu o estabelecimento na madrugada de hoje (6), em Sinop. Segundo ele, o fogo começou após o encerramento do expediente. Ele também destacou que o local funciona há mais de uma década na cidade e que cerca de 50 famílias dependem da operação.

“Alô pessoal, hoje não tem uma boa notícia, partindo agora para Sinop. A nossa operação lá foi toda consumida toda pelo fogo. Graças a Deus não houve vítimas, esse fogo iniciou quando a operação estava fechada, consumiu muito pelos relatos que venho recebendo, toda parte da frente do bar foi toda consumida pelo fogo.”, comentou.

O prejuízo estimado é de R$ 2,5 milhões. Elson também destacou o impacto social da destruição. “Estamos indo lá, são mais de 50 famílias que dependem dessa operação. Vamos trabalhar para que esse seja apenas um susto e que a gente volte ainda muito mais forte com essa operação porque essa operação já tem mais de 11 anos em Sinop. Muito obrigado a todos pelas mensagens”, disse.

Devido ao incêndio ocorrido no estabelecimento, localizado na Avenida Governador Júlio Campos, na região central da cidade, o imóvel ficou severamente danificado pelas chamas. Apesar da gravidade da ocorrência, não houve registro de feridos.

Segundo o Corpo de Bombeiros Militar, o chamado foi registrado às 2h48 e, em cerca de sete minutos, as equipes já estavam no local, iniciando o combate ao fogo.

Entretanto, testemunhas relataram dificuldades para acionar o Corpo de Bombeiros, já que o telefone de emergência 193 estaria inoperante, o que teria atrasado o atendimento, fazendo com que a equipe só chegasse ao local cerca de uma hora depois.

Ao todo, foram empregados dois caminhões de combate a incêndio, duas unidades de resgate, seis militares e cinco profissionais da saúde.

As equipes concentraram esforços na contenção das chamas e, principalmente, na proteção de estruturas próximas, como um posto de combustíveis ao lado do imóvel e o pavimento superior do prédio atingido. O incêndio foi controlado e extinto antes que se alastrasse para áreas vizinhas.

De acordo com os bombeiros, o estabelecimento possuía Alvará de Segurança Contra Incêndio e Pânico vigente. As causas do incêndio ainda serão investigadas pela perícia técnica.


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