Alta Floresta - Segunda-Feira, 16 Mar 2026

Justiça suspende cobranças contra grupo rural endividado em R$ 146 milhões em MT

Grupo Bomfim entrou em crise por “altos custos de produção”.

VINÍCIUS ANTÔNIO - DO REPÓRTERMT

Propriedades ficam nos municípios de Porto dos Gaúchos e Juara. Aprosoja

A Justiça de Mato Grosso aceitou o pedido de recuperação judicial do Grupo Bomfim, formado por produtores rurais que acumulam dívida de R$ 146,5 milhões. A decisão da juíza Giovana Pasqual de Mello foi publicada no Diário Oficial de quinta-feira (12).

O processo envolve os produtores Evanio Celso Bomfim, Celso Bomfim dos Santos e Cenilda Dias Gonçalves Bomfim dos Santos, que cultivam soja e milho em propriedades nos municípios de Porto dos Gaúchos e Juara, no norte do estado. A família atua na região desde a década de 1980 e estruturou ao longo dos anos uma operação agrícola com maquinário próprio e geração de empregos.

No pedido apresentado à Justiça, os produtores afirmaram que entraram em crise após a alta nos custos de produção, principalmente fertilizantes, combustíveis e sementes, além da queda nos preços das commodities agrícolas e do aumento das taxas de juros do crédito rural, que dificultou a renegociação de financiamentos. Problemas climáticos e pragas nas lavouras também teriam reduzido a produtividade das últimas safras.

Com isso, o grupo passou a enfrentar dificuldades para pagar financiamentos e contratos agrícolas. Entre os principais credores estão bancos, cooperativas de crédito e empresas do setor, incluindo Banco do Brasil, instituições financeiras e fornecedores de insumos.

O processo envolve os produtores Evanio Celso Bomfim, Celso Bomfim dos Santos e Cenilda Dias Gonçalves Bomfim dos Santos, que cultivam soja e milho em propriedades nos municípios de Porto dos Gaúchos e Juara, no norte do estado. A família atua na região desde a década de 1980 e estruturou ao longo dos anos uma operação agrícola com maquinário próprio e geração de empregos.

No pedido apresentado à Justiça, os produtores afirmaram que entraram em crise após a alta nos custos de produção, principalmente fertilizantes, combustíveis e sementes, além da queda nos preços das commodities agrícolas e do aumento das taxas de juros do crédito rural, que dificultou a renegociação de financiamentos. Problemas climáticos e pragas nas lavouras também teriam reduzido a produtividade das últimas safras.

Com isso, o grupo passou a enfrentar dificuldades para pagar financiamentos e contratos agrícolas. Entre os principais credores estão bancos, cooperativas de crédito e empresas do setor, incluindo Banco do Brasil, instituições financeiras e fornecedores de insumos.

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