A Justiça de Mato Grosso aceitou
o pedido de recuperação judicial do Grupo Bomfim, formado por produtores rurais
que acumulam dívida de R$ 146,5 milhões. A decisão da juíza Giovana Pasqual de
Mello foi publicada no Diário Oficial de quinta-feira (12).
O processo envolve os produtores
Evanio Celso Bomfim, Celso Bomfim dos Santos e Cenilda Dias Gonçalves Bomfim
dos Santos, que cultivam soja e milho em propriedades nos municípios de Porto
dos Gaúchos e Juara, no norte do estado. A família atua na região desde a
década de 1980 e estruturou ao longo dos anos uma operação agrícola com
maquinário próprio e geração de empregos.
No pedido apresentado à Justiça,
os produtores afirmaram que entraram em crise após a alta nos custos de
produção, principalmente fertilizantes, combustíveis e sementes, além da queda
nos preços das commodities agrícolas e do aumento das taxas de juros do crédito
rural, que dificultou a renegociação de financiamentos. Problemas climáticos e
pragas nas lavouras também teriam reduzido a produtividade das últimas safras.
Com isso, o grupo passou a
enfrentar dificuldades para pagar financiamentos e contratos agrícolas. Entre
os principais credores estão bancos, cooperativas de crédito e empresas do
setor, incluindo Banco do Brasil, instituições financeiras e fornecedores de
insumos.
O processo envolve os produtores
Evanio Celso Bomfim, Celso Bomfim dos Santos e Cenilda Dias Gonçalves Bomfim
dos Santos, que cultivam soja e milho em propriedades nos municípios de Porto
dos Gaúchos e Juara, no norte do estado. A família atua na região desde a
década de 1980 e estruturou ao longo dos anos uma operação agrícola com
maquinário próprio e geração de empregos.
No pedido apresentado à Justiça,
os produtores afirmaram que entraram em crise após a alta nos custos de
produção, principalmente fertilizantes, combustíveis e sementes, além da queda
nos preços das commodities agrícolas e do aumento das taxas de juros do crédito
rural, que dificultou a renegociação de financiamentos. Problemas climáticos e
pragas nas lavouras também teriam reduzido a produtividade das últimas safras.
Com isso, o grupo passou a
enfrentar dificuldades para pagar financiamentos e contratos agrícolas. Entre
os principais credores estão bancos, cooperativas de crédito e empresas do
setor, incluindo Banco do Brasil, instituições financeiras e fornecedores de
insumos.