A Prefeitura de Alta Floresta repudia a divulgação de informações falsas e descontextualizadas que tentam criar uma narrativa de conflito entre o Município e o Governo do Estado de Mato Grosso em relação à implantação dos novos serviços hospitalares da região. Os fatos demonstram justamente o contrário: Estado e Município seguem atuando de forma integrada para ampliar a capacidade de atendimento, fortalecer a rede pública de saúde e garantir mais qualidade assistencial para Alta Floresta e toda a região.
Ao contrário do que foi sugerido em publicação divulgada nesta sexta-feira (12), não existe qualquer impasse institucional por parte do Município de Alta Floresta, tampouco entraves financeiros que impeçam o avanço dos projetos em discussão. As tratativas entre os entes públicos seguem ocorrendo de forma transparente, técnica e colaborativa, sempre com foco na melhoria dos serviços prestados à população.
Na manhã desta sexta-feira, o prefeito Chico Gamba e o vice-prefeito e secretário interino de Saúde, Robson Quintino, estiveram reunidos em Cuiabá com o secretário de Estado de Saúde, Juliano Silva Melo, juntamente com representantes dos municípios que integram o Consórcio Intermunicipal de Saúde. A pauta tratou de demandas estratégicas para a região, incluindo o início da operação do Hospital Alto Tapajós e a implantação do Hospital Municipal de Alta Floresta.
É importante esclarecer que se tratam de duas iniciativas distintas, mas complementares, que estão sendo construídas simultaneamente para ampliar a oferta de atendimento em saúde.
De um lado, o Governo do Estado trabalha na operacionalização do Hospital Alto Tapajós, uma estrutura regional que atenderá os municípios do norte de Mato Grosso e representará um importante avanço para a média e alta complexidade da região.
De outro, o Município de Alta Floresta desenvolve o projeto de implantação do Hospital Municipal e Maternidade de Alta Floresta, que funcionará em prédio de propriedade do município, atualmente disponibilizado ao Estado para o funcionamento do Hospital Regional. A proposta municipal busca ampliar a rede assistencial local, especialmente nas áreas materno-infantil e de atendimento hospitalar, contribuindo para ampliar a capacidade de atendimento e fortalecer a rede pública de saúde.
Durante as discussões conduzidas pelo Governo do Estado, também foram abordadas as complexidades inerentes ao processo de transição para uma nova unidade hospitalar de grande porte. Questões relacionadas à operacionalização dos serviços, adequações técnicas, contratos, credenciamentos, equipes especializadas e ajustes junto a prestadores de serviços fazem parte do planejamento necessário para garantir uma implantação segura, eficiente e sustentável.
Inclusive, em manifestação pública após a reunião realizada nesta sexta-feira, o secretário de Estado de Saúde, Juliano Silva Melo, destacou que a entrada em operação do Hospital Alto Tapajós envolve uma série de etapas técnicas e administrativas, além de questões relacionadas a prestadores de serviços que participaram da implantação da unidade. Trata-se de um processo complexo, que exige responsabilidade e planejamento para assegurar o pleno funcionamento da estrutura.
Portanto, é incorreto associar o cronograma de funcionamento do Hospital Alto Tapajós a supostos conflitos ou divergências entre Município e Estado. Não há impasse político ou administrativo. O que existe é um trabalho técnico e responsável para assegurar que a nova estrutura entre em operação com a segurança, a qualidade e a capacidade que a população merece.
A Prefeitura de Alta Floresta reafirma seu compromisso com a verdade, a transparência e a boa informação. Também reforça que mantém uma relação de diálogo permanente com o Governo do Estado, construída sobre a cooperação institucional e o objetivo comum de fortalecer a saúde pública regional.
Município e Estado seguem trabalhando juntos para garantir uma transição segura, ampliar a oferta de serviços, fortalecer a rede hospitalar e entregar mais qualidade de vida para os cidadãos de Alta Floresta e de toda a região.
Mais estrutura, mais eficiência e mais cuidado para quem mais precisa.