Alta Floresta - Quinta-Feira, 21 Mai 2026

Veja quem são os investigados por divulgação de fake news contra políticos

Investigados por disseminação de conteúdos falsos, em especial contra Max Russi e Cláudio Ferreira fizeram publicações após ação da Polícia Civil

DO REPÓRTERMT

PJC-MT

Os sócios-administradores de uma rede social, Juliana Pereira Guimaraes e Ricardo Ribeiro da Silva, estão entre os alvos da Operação “Stop Hate”, deflagrada pela Polícia Civil nesta quarta-feira (20), para apurar a divulgação de fake news contra políticos mato-grossenses, incluindo o presidente da Assembleia Legislativa (ALMT), Max Russi (Podemos), e o prefeito de Rondonópolis (212 km de Cuiabá), Cláudio Ferreira (PL).

Nos stories da página, há diversas publicações sobre os mandados de busca e apreensão. Uma mulher ainda não identificada publicou vários vídeos no perfil que detém mais de 5,5 mil seguidores. Nas gravações ela comenta a operação em tom irônico.

“Gente dos jornais locais que estão postando as reportagens, fala o nome do perfil para dar seguidor para nós. Vocês estão postando tudo isso perfil fake não tem perfil fake o perfil tá ativo se fosse fake, se fosse perfil fake a delegacia que foi contatada para fazer a medida cautelar teria derrubado, o perfil não é fake”, declarou a mulher.

“Nós queremos agradecer a todos vocês que estão mandando inúmeras mensagens. Nós estamos todos muito bem e isso foi só para provocar, para vocês verem como a corrupção é. Tenta intimidar, tenta nos calar”, acrescentou.

A empresa Nexa Influencer LTDA  é categorizada como micro empresa, foi fundada no dia 3 de fevereiro de 2023 e tem capital social de R$ 900 mil, conforme informações disponíveis na consulta do CNPJ. 

Com base nos elementos apurados, a Polícia Civil conseguiu identificar os responsáveis por uma empresa ligada aos perfis nas redes sociais, onde eram divulgadas imagens, vídeos e informações inverídicas em tom jocoso contra as vítimas. Diante das evidências, foi solicitada a expedição das ordens judiciais contra os investigados, posteriormente deferidas pela Justiça.

As medidas incluem buscas em endereços ligados aos investigados, além da autorização para apreensão e análise de dispositivos eletrônicos, como celulares, computadores e mídias digitais, com foco na preservação de provas e no aprofundamento das investigações.

Também foram determinadas medidas cautelares proibindo novas publicações relacionadas às vítimas identificadas, além da proibição de contato entre os envolvidos.

Veja vídeo:



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